Mas tu atiras-me isto? Não atirei caiu. Mas tu 'tás maluca ou que? Nãããão. Olha agora, atira-me isto. Não atirei... caiu! Desculpa. O que se passa? Abre lá essa porta que já me 'tou a passar.
No trabalho... no trabalho, trabalha-se. Pelo menos foi assim explicado antes de entrarmos nesta espiral sem fim que é a subserviência controlada para um bem maior, fazer chover.
Ora no trabalho, não se trabalha, não senhor. Vejamos o meu exemplo, a escrever balelas. Trabalho sim, para o meu bem-bom, todo o resto são pequenas minudências mensais que abrem caminho para um cheque aterrar chorudamente na minha mão.
honestamente, e sem querer ser demasiado brutal, pergunto-me que interesses mais têm certas gentes na minha vida. São gentes que se diz olá, passou bem, e mesmo, até logo. Na verdade, e sem querer ser demasiado desagradável, espero não os ver nunca mais. Aguardo o dia em que vou dormir e no dia seguinte, como que por magia, desaparece a conversa fiada destes tumores sociais que se agarram às pernas de um qualquer transiente. Favores destes, nunca mais.