5/28/2005

srilanka


srilanka
Originally uploaded by anam.

a present from Shamil. and iloveitiloveitiloveitiloveit!

rednote


redlandscape
Originally uploaded by anam.

thedecisionday

What about sharing a roof with that person you can't stand? and smille all the year without losing control? Until you discover what they've been doing...
So I've come to a decision today, I'll leave the house of my drawings in one month.

5/26/2005

finaloutlines


finaloutlines
Originally uploaded by anam.

colour


colour
Originally uploaded by anam.

I've started colouring it but....naaaaaaaaa

5/25/2005

selfportrait2


selfportrait2
Originally uploaded by anam.

selfportrait1


selfportrait1
Originally uploaded by anam.

to michal

hello miki*

desculpa nunca mais ter dito nada. perdi-me no tempo sabes? ou no
espaço, nem sei. perdi-me, e agora peço desculpa por me ter perdido.
eu sei que percebes. gosto muito de ti e lembro-me sempre de ti na
mesma.

onde paras? estas em lisboa ou num pais novo? estas ao sol ou por
baixo das nuvens? tu gostas de calor e deves estar perto das flores da
primavera.

ainda paro em londres mas dia 30 de junho vou voltar a lisboa. tenho
tantas saudades que as vezes doi. ou faz coisas na barriga. quero ter
as cores de liboa de novo em mim. quero ver-te, espero que estejas por
la.

tens pintado muito? e ja fizeste mais algum workshop? eu estou cheia
de trabalho para a faculdade e so desejo que tudo acabe logo. quero
acabar o ano bem e ir embora para so voltar em setembro.

conta-me historias tuas michal, dos teus pinceis e das tuas viagens,
das tuas saudades e dos teus amores. quero ouvir.
obrigado por gostares do que escrevo. desejo-te muita sorte onde quer
que estejas.

muitos beijinhos e ate ja*
ana

5/22/2005

shit

sometimes I wonder about my stupidity. Why would I have to make a mistake in the laundry and pay £3 more for nothing? ARGH. The day hasn't started very well...and I still haven't dreamed with my portfolio. It will take long, I see...

5/21/2005

friendslikesun 2

Um homem quis renegar às funções de homem, o próprio. Tornar-se um homem sem nada de ninguém, sem si de mesmo. Tornar-se um, sem o. Indeterminante. Senti-me na obrigação de aconselhar.
Não porque nada pode ser assim. Nada sera assim. Hoje ou ontem e ainda amanhã.
Porque este homem me faz sonhar e diz que o inspiro. Porque me faz lembrar os poemas que escrevi acerca de questões lunares paisagísticas, sóbrios sem fim, enfim lunáticos.
O homem da fotografia não se renega jamais, explico. Não haverão mais casamentos documentados, baptizados ou primeiras comunhões, festivais de música ou festas de escola, parabéns porque nasceu ou adeus porque morreu. E que não venha a conversa do filme, simplesmente porque não. O fotógrafo não morre nunca.
E quem ouviria de mim, a falar que amo um homem que não existe? E que ainda assim durmo a sentir saudades de um cheiro que não cheirei? A falar de viagens curtas frustradas, internacionalizações, legalizações, cyberespaços e saudades virtuais.
Quem mais ria de mim a descobrir que afinal tudo o que quero é estar com estes dois homens, de uma Lisboa agora longe, sentados num bar londrino a falar de coisas sérias não tão sérias?

Não te renegas nem mais nem menos, nem agora nem depois. Não nunca para sempre.
Gostamos dos amigos assim, estranhos acomodados em nós.