5/30/2010

O monólogo da boa educação:


Que tipo de respostas saem da troca de perspectivas com um penedo?
Que sentido dão à vida? Vale a pena a discussão acelerada?
Voto pela diplomacia, um penedo também é gente. Tratá-lo-ei como tal.


3/22/2010

recent work:







p.s.: o que aprendi, li nos livros.


3/21/2010

pior que terrível


Falo de uma maneira quase que engonhada quando sigo estes pensamentos disformes e no entanto não me calo. Devo ser, dos seres humanos que conheço, o que mais capacidade tem de aborrecer multidões. Ataco preferencialmente gentes acabadas de conhecer, sobre as quais nada sei e que pelos visto não quero saber. Ponho-me na boca de qualquer lobo e descoso-me sem perceber sequer se merece o esforço de raciocínios tão complexos. Há vezes que devia desatar por aí à porrada, e em vez de usar a língua para espalhar o parvoeira, utilizava os punhos. Quem sabe se assim subia na popularidade. E quando falassem de mim, não se referiam mais àquela chata, mas àquela cujos punhos causavam o terror à velocidade da luz, o espanto, o medo e o respeito da mole lisboeta. Estou muito farta desta cidade. Ainda hoje fui ao inferno das esplanadas à beira rio e além de passar por motins execráveis de pessoas com sobrenome tia, dei por mim a ser assaltada por um terrível mau humor. Pior só quando descobri que lá deixei um belo casaco de malha que me terá custado para lá de 30 euros. Telefonei, e sem fé na falta de escrúpulos que me atendeu, perguntei: Encontraram? Claro que que quando desliguei disse à Maria, Nunca mais lá volto!


3/18/2010

after so long



11/16/2009

olha o inverno



9/06/2009

des-compliquemos




Quero flores neorealistas e toalhas de cozinha para não pensar na conversa da tempestade. E se me sento nas escadas é porque me obrigam e porque a Lisboa dos velhos caquéticos não acorda. Venham chamar-me adolescente para ver se não apanham nas trombas. Quem julgam que são estes catraios trintões?
Estúpido viço dos vinte anos. Se não cuidar do meu mau feitio nem as paredes me aturam, como o outro a quem ninguém quer ouvir. E se não deixar de beber vinho e vodka e cerveja, nunca mais serei capaz de escrever duas frases de seguida nestas manhãs invisuais. Acho que fico a falar melhor estrangeiro e tudo.

A simplicidade passa por ser domingo. E se é domingo, deveria estar contigo. A vida tem que ser descomplicada meus senhores. Como as flores e as toalhas de cozinha.

8/25/2009

8/04/2009

não estou cá



- - - nem lá - - -


7/04/2009

5/31/2009